A Cirurgia Oral é a área da medicina dentária dedicada ao diagnóstico e tratamento cirúrgico de condições que afetam dentes, gengivas, osso e tecidos da cavidade oral.
Pode envolver procedimentos básicos, como extrações dentárias simples, ou intervenções mais exigentes, tais como a remoção de dentes inclusos, excisão de lesões da cavidade oral, cirurgia pré-protética, implantologia, entre outros.

Para que serve e quando pode ser necessária
A Cirurgia Oral pode ser indicada em diferentes contextos, por exemplo:
Extrações simples e complexas, quando o dente não pode ser preservado.
Sisos (dentes do siso) inclusos ou semi-inclusos, sobretudo quando causam dor, inflamação, infeções repetidas ou risco para os dentes adjacentes.
Dentes fraturados ou com destruição avançada.
Infeções e abcessos que exigem intervenção para controlo e resolução.
Cirurgia pré-protética, para preparar a gengiva e o osso antes de reabilitações orais.
Preparação para implantes dentários, incluindo procedimentos de suporte quando necessário, tais como regeneração óssea e/ou gengival
Avaliação e intervenção em patologia oral, quando há alterações que devem ser observadas e acompanhadas clinicamente, com eventual recurso a biópsia e exame anatomo-patológico
Tipos de procedimentos mais comuns
Cada plano é individual, mas em Cirurgia Oral é frequente trabalhar com:
01.
Extrações dentárias
(incluindo extrações complexas)
02.
Exodontia de dentes do siso
Exodontia de dentes do siso inclusos ou semi-inclusos
03.
Cirurgia de tecidos moles
Cirurgia de tecidos moles ou duros (quando indicada)
04.
Procedimentos de preparação para reabilitação oral
05.
Intervenções associadas a implantologia
(quando aplicável e indicado)
06.
Avaliação de lesões
Avaliação de lesões da cavidade oral no âmbito de Patologia Oral
Dê o primeiro passo para um tratamento de excelência
Planeamento e tecnologia no apoio ao diagnóstico
Uma cirurgia bem executada começa antes do procedimento. Por isso, valorizamos:
- Avaliação clínica detalhada
- Exames complementares (radiografias ou, exames tridimensionais (TAC) sempre que indicados)
- Registos fotográficos e digitalização com scanner intra-oral, quando úteis para o planeamento e o acompanhamento
- Definição clara do plano de tratamento, com explicação da sua indicação, as etapas envolvidas e os cuidados pós-operatórios que devem ser realizados.
A tecnologia e os registos digitais são um apoio ao rigor. Ajudam a comunicar melhor com o paciente e a aumentar a previsibilidade do tratamento.
Porquê escolher a CIED?
Num tratamento cirúrgico, o que mais tranquiliza um paciente não é uma promessa. É um processo claro, bem planeado, e uma equipa com competência reconhecida.
O Prof. Dr. Pedro Fernandes (OMD 4716) e a Prof. Dra. Sara Durão (OMD 5422), são Especialistas em Cirurgia Oral com reconhecimento pela Ordem dos Médicos Dentistas e Docentes na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto.
Esta diferenciação permite abordar casos simples e complexos com
rigor, previsibilidade e acompanhamento próximo.
A nossa proposta assenta em:
- Rigor no diagnóstico e na indicação cirúrgica, com planeamento e critérios clínicos claros.
- Transparência na explicação do plano, alinhando expectativas de forma realista.
- Acompanhamento antes e após o procedimento, com orientações claras e monitorização.
- Equipa multidisciplinar, para integrar a cirurgia num plano global de saúde oral (implantologia, reabilitação oral, ortodontia, estética dentária, entre outras áreas).






Perguntas frequentes
O procedimento não causa dor. Utilizamos protocolos anestésicos muito seguros que garantem o seu conforto durante todo o procedimento.
O período de recuperação em casa pode trazer um desconforto natural inerente à intervenção propriamente dita, mas é sempre delineado e entregue um plano de medicação adequado para que o processo de cicatrização seja o mais tranquilo possível.
O tempo de cicatrização varia consoante a intervenção realizada. Por exemplo, a remoção de um dente do siso exige cuidados diferentes de uma preparação para colocar implantes.
Na sua consulta de avaliação, apresentamos um calendário claro e explicamos detalhadamente os sinais a monitorizar e os cuidados a ter nos dias seguintes.
A extração nem sempre é necessária. A decisão clínica baseia-se na posição exata do dente, na avaliação do espaço para a sua erupção, no risco de originar infeções ou de prejudicar a dentição vizinha. Uma avaliação com recurso a meios radiográficos permite perceber se o siso tem probabilidade de nascer de forma saudável ou se a sua remoção é a via mais segura.
Dentes muito destruídos, peças fraturadas ou raízes em posições desfavoráveis exigem uma abordagem médica mais exigente.
A única forma de ter a certeza é realizar exames de diagnóstico na nossa clínica. Estas imagens mostram com precisão a anatomia da sua boca e ditam a melhor estratégia de atuação.
Sim. Em muitas reabilitações, a vertente cirúrgica atua como uma fase preparatória muito importante.
Pode servir para regenerar o osso maxilar ou para extrair dentes comprometidos antes da colocação dos implantes, garantindo a criação de uma base sólida e um ambiente que garanta mais estabilidade para o seu novo sorriso.
É muito útil trazer o seu histórico clínico, e a indicação da medicação que toma habitualmente bem como algum exame radiográfico anterior que tenha realizado. Se tiver sintomas específicos, procure anotar para poder explicar quando começaram e a sua frequência.
Esta partilha transparente de informação ajuda a nossa equipa a fazer um diagnóstico mais preciso.


